O que eu não devo ter medo de pedir em um relacionamento

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Especialista explica que relacionamento requer adaptação, mas, há 8 coisas que você nunca deve ter medo de pedir na relação.

  • A vida a dois é desafiadora, pois requer dos cônjuges sacrifícios justos para se ter felicidade em família. É essencial, que nessa busca pela felicidade, o casal priorize o que realmente importa na relação, deixando de lado as coisas que nada acrescentam, porém, é preciso que algumas coisas sejam pedidas pelo bem-estar do casal e do próprio relacionamento.

    Segundo Cátia Damasceno, do programa Mulheres Bem Resolvidas, em um relacionamento a pessoa que está incomodada com algo deve, sim, expor isso ao outro. Ela defende isto por duas razões: “Da mesma forma que nós não precisamos ficar angustiados com aquilo que não falamos, nossos companheiros não são obrigados a adivinhar o que estamos sentindo. Portanto, se a mulher acha que vai conseguir fazer com que o seu parceiro capte no ar tudo aquilo que você não verbaliza, pode ir tirando o seu cavalinho da chuva: por mais fantástico que isso pudesse vir a ser, a cabeça dos homens ainda está longe de ser uma bola de cristal.”

    Há diversos tipos de casais e de relacionamentos e todos eles enfrentam desafios, alguns mais outros menos, na maioria das vezes as coisas se resolvem rapidamente pela maturidade dos casais.

    A especialista ensina 8 coisas que você não deve ter medo de pedir em uma relação. São elas:

  • 1. Sinceridade

    A sinceridade é a regra básica de toda relação, independente do que esteja acontecendo, ela é essencial para que os resultados sejam verdadeiros e permanentes.

    “Quando chegar o momento de expor os sentimentos, as frustrações e os desejos de mudança, ela também deve estar lá, e reger todo o roteiro da conversa.”

  • 2. Empatia

    A teoria do espelho funciona para muitas situações, e no caso de um relacionamento sem companheirismo e cumplicidade serve como uma luva.

    Eu sempre bato na tecla de que o casamento não é, em si, um terceiro indivíduo, criado por outros dois. Ele não é um alguém, mas o objetivo de duas partes, e, para que prospere, é preciso esforço, dedicação e, acima de tudo, empatia.

  • 3. Viagem a dois

    Este é um momento para o casal se curtir, desestressar e esquecer fatores externos que atrapalham e vai minando aos poucos a relação.

    Entendo que em tempos de crises é difícil mesmo viajar para longe, mas um final de semana em um hotel fazenda, por exemplo, pode ajudar e muito a nutrir a relação, deixando-a mais forte.

  • 4. DR a fundo

    “Discutir relação” nem sempre é tão agradável, porém extremamente necessário. Há muitas pessoas que sentem medo de pedir uma conversa séria para o parceiro(a). “Ninguém disse que é fácil, e é preciso, sim, muita coragem para ir em frente. Isso porque o casamento em crise não se resolve da noite para o dia, nem exige uma fórmula mágica para isso. Às vezes, será preciso muitos mergulhos e subidas à superfície para respirar e retomar o fôlego, durante essa fase.”

  • 5. Comunicação

    Antes de chegar à DR a relação começa a dar alguns sinais que não está legal. Desenvolver a comunicar nessa etapa é essencial e a coisa certa a fazer.

    “Vamos verbalizar! Dessa forma, no decorrer da conversa, os dois vão ter a chance de falar aquilo que acreditam ser necessário para melhorar a relação.”

  • 6. Ser ouvido

    Seguindo a mesma linha de raciocínio, se há uma questão não verbalizada para a falta de atenção dentro de um relacionamento, é preciso forçar uma conversa para que os pontos sejam, todos, esclarecidos.

    “Peça para que ele não lhe interrompa para que possa concluir todos os seus raciocínios, mas também é preciso que você ofereça a mesma oportunidade.”

    É preciso preparo para ouvir coisas que talvez não sejam tão agradáveis, entretanto, elas são fundamentais, quando ambos possuem o mesmo objetivo e estão dispostos a buscar juntos soluções para os impasses da relação.

  • 7. Terapia de casal

    A terapia de casal é outra ferramenta valiosa para restaurar a relação. Este é um passo que exige mais desprendimento de ambas as partes, já que, se é difícil propor o diálogo a dois, com uma terceira pessoa essa missão pode ser ainda mais intimidadora.

    “Não que ela seja a última cartada da relação, muito pelo contrário. Eu conheço casais que são adeptos da terapia mesmo quando não existem problemas aparentes, e é exatamente para evitar que apareçam que eles se permitem sentar e conversar sobre a relação, não no sofá de casa, mas no consultório, com a mediação de um terapeuta uma ou duas vezes ao mês.”

  • 8. Beijo

    Não se acanhe de pedir beijo e beijar muito! Isso aquece a relação e tem o poder de retomar o início do namoro.

    “Muitos casais têm o casamento com beijinho ploc. É um selinho ploc quando acorda, outro quando sai para trabalhar e outro na hora de dormir.”

    Cátia acredita que o beijo afasta o cansaço depois de um dia puxado de trabalho e aproxima mais o parceiro de sua parceira.

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